terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

O mundo começa agora (de novo)

Fidel disse não ao poder. Finalmente largou o osso que havia abocanhado em 1949. Quando eu li a notícia, fiquei com aquela sensação rara e cara de quem está participando da História, com "H". Agora, o que poderia ser considerado o último foco de resistência ao "capitalismo americano" e ao "imperialismo" está tão frágil quanto este velho senhor de mais de 80 anos de idade. Se isso é bom ou ruim, não sei dizer. (Ou melhor, não sei dizer em que medida isso é bom E ruim).
Quando o Muro caiu, em 1989, tive o mesmo impacto. Quando as Torres Gêmeas foram atacadas, tive essa sensação. E agora, de novo.
Resta saber que rumo o mundo vai tomar...