quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Alô

Ontem li uma notícia que o ano de 2007 foi o que registrou o maior aumento no número de linhas de telefone celular, batendo um recorde no setor.
Coincidência ou não, 2007 foi o ano em que passei a ter um aparelho e um número de telefone móvel. Depois de resistir bravamente, por anos e anos, enfim, tive de ceder, por razões profissionais.
Ganhei meu aparelhinho celular usado de uma amiga (thanks, Lu!), que tinha comprado um novo, apesar de o velho dela ainda estar em bom estado.
Fiquei um tempo com o aparelhinho, mesmo sem gostar da idéia e mesmo dando várias gafes (no começo, eu esquecia de que tinha um celular e não reconhecia o toque do meu. Virava e mexia, alguém me ligava e não conseguia falar).
Quando estava começando a achar a idéia boa, o aparelho pifou. Do nada, desligou e não quis ligar mais. Levei na assistência técnica, pediram quinze dias para me passar o orçamento e, se eu aprová-lo, vai saber quantos dias mais vai demorar pro celular ser consertado.
Inventam essas tecnologias pra gente ganhar tempo e, depois, fazem a gente perder um bom tempo esperando um mísero conserto. O mundo é mesmo bizarro.

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